Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de maio esgotou. A próxima é Execução Penal, em Brasília, com Lote 1 em vendas. Ver a imersão de junho

Artigos Empório do Direito – A intervenção enquanto instrumento de propaganda

Início/Conteúdos/Artigos/Empório do Direito
ARTIGO

A intervenção enquanto instrumento de propaganda

O artigo aborda a criação de inimigos como uma estratégia política utilizada por governos com baixa legitimidade para manipular a opinião pública e desviar o foco de questões mais relevantes, como a corrupção e a perda de direitos. Através da construção de um medo difuso, a intervenção na segurança pública é apresentada como uma forma de propaganda, cujo objetivo é fragilizar e controlar as massas, desviando a atenção dos problemas reais da sociedade. A análise critica como essa tática é plan...

Rosivaldo Toscano Júnior
15 mar. 2018 19 acessos
A intervenção enquanto instrumento de propaganda

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a criação e utilização da figura do inimigo como uma estratégia política e de propaganda, destacando seu uso histórico em contextos como o nazismo e o islamismo, e como essa prática é aplicada na atualidade, especialmente em relação à intervenção no Rio de Janeiro.

A discussão inicia com a análise da promoção de inimigos para consolidar poderes, enfatizando como essa tática desvia a atenção de problemas sérios como a corrupção e a perda de direitos. O texto também investiga a decisão política por trás da intervenção, que carece de fundamentos técnicos e é mais um produto de marketing e propaganda do que uma solução de segurança pública. São exploradas as implicações dessa estratégia no controle social, onde o medo é utilizado para manipular as massas, fazendo com que a população aceite a perda de direitos em troca de uma falsa sensação de segurança.

O autor critica a validação dessa narrativa pela mídia e a redirecionamento do foco de investigação e ação do estado, que se volta contra a população mais pobre, perpetuando um ciclo de opressão. Além disso, menciona a ingenuidade de indivíduos que se tornam "soldados" dessa guerra retórica, questionando a colaboração dos oprimidos com seus opressores.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "A intervenção enquanto instrumento de propaganda" por Rosivaldo Toscano dos Santos Júnior.

  • A criação de inimigos como estratégia de poder: Análise da utilização de um inimigo comum para promover coesão social e manipulação das massas, com exemplos históricos como o nazismo e o atual clima de hostilidade em relação aos islâmicos.
  • Intervenção no Rio de Janeiro: Crítica à intervenção em segurança pública, argumentando que não houve justificativa técnica ou aumento significativo da violência urbana que a justificasse.
  • Crise de legitimidade do governo: Reflexão sobre a necessidade de governos com baixa popularidade de encontrar inimigos comuns para desviar a atenção de questões como a corrupção e a perda de direitos.
  • A eficácia do medo: Exploração do medo como ferramenta de manipulação e controle social, que pode levar a população a abrir mão de seus direitos.
  • Marketing político: Argumento de que a estratégia da intervenção foi criada por agências de propaganda, sem a devida consultoria de especialistas em segurança, visando criar um ato político em vez de uma solução real para os problemas de segurança.
  • Redirecionamento do aparato estatal: Crítica ao uso do sistema coercitivo contra os pobres e a marginalização das questões de corrupção intragovernamental.
  • Infantilização da massa: Discussão sobre a manipulação das massas para fragilizá-las e torná-las mais suscetíveis à propaganda e ao controle social.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Rosivaldo Toscano Junior
Rosivaldo Toscano JúniorDoutor em Direito (UFPB) e MBA em Poder Judiciário (FGV-Rio). Professor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados - ENFAM (Brasília, DF). Juiz há 23 anos, atualmente é Titular do 3º Juizado de Violência Doméstica de Natal. Autor do seguintes livros: O Cérebro que Julga: neurociências para juristas (Emais Editora, 2023), A Guerra ao Crime e os Crimes da Guerra (2ª edição, Empório do Direito, 2017) e Controle Remoto Judicial: quando se decide sem decidir (Lumen Juris, 2014).

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos