Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Conjur – Lei 14.752/2023: uma vitória da advocacia

ARTIGO

Lei 14.752/2023: uma vitória da advocacia

O artigo aborda a recente aprovação da Lei 14.752/2023, que extinguiu a multa por abandono de processo e restabeleceu prerrogativas da advocacia no Brasil, refletindo uma importante vitória em um contexto em que a profissão enfrenta ameaças. Os autores destacam a necessidade de o advogado comunicar sua desistência com justificativas, sendo responsabilizado diante da OAB em caso de abandono sem motivo adequado. A nova legislação também enfatiza o respeito ao direito de defesa e busca garantir ...

Rodrigo Faucz
15 dez. 2023 23 acessos
Lei 14.752/2023: uma vitória da advocacia

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a recente sanção da Lei 14.752/2023, considerada uma vitória significativa para a advocacia brasileira, ao extinguir a penalidade por abandono de processo prevista no Código de Processo Penal, que anteriormente impunha multas aos advogados que abandonassem causas.

O texto discute a desproporcionalidade da redação antiga, que punia o abandono de processo sem considerar as razões éticas e profissionais do advogado, evidenciando a violação das prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e comparando a situação com a flexibilidade concedida a juízes e membros do Ministério Público. A nova legislação estabelece que um defensor só pode abandonar um processo por justo motivo, comunicando o juiz, sob pena de responder a sanção disciplinar, o que protege os direitos do acusado, garantindo a nomeação de novo defensor se necessário. O impacto da mudança no tribunal do júri também é destacado, abordando como interpretações anteriores puniam advogados que se retiravam de sessões em razão de violações.

O artigo analisa a retroatividade da nova norma, sugerindo que ela deve ser aplicada a processos anteriores, em razão de seu caráter benéfico ao réu, alinhando-se à doutrina que defende que leis mais favoráveis podem retroagir. Por último, enfatiza a importância da atuação do Congresso na defesa das prerrogativas da advocacia e a necessidade de diálogo para manter a ordem e respeito aos direitos fundamentais durante as sessões judiciais.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados na análise da Lei 14.752/2023 e seu impacto na advocacia, por Rodrigo Faucz e Sérgio Leonardo.

  • Contexto Atual da Advocacia Brasileira: Reflexão sobre os constantes ataques à advocacia, incluindo a limitação do direito de sustentação oral e uso indiscriminado de prisões preventivas.
  • Extinção da Multa por Abandono de Processo: Detalhes sobre a mudança trazida pela Lei 14.752/2023 que remove a multa do artigo 265 do CPP, considerando a violação das prerrogativas da OAB.
  • Nova Redação do Artigo 265 do CPP: Alterações sobre as condições para abandono do processo por parte do defensor, incluindo a obrigatoriedade de comunicar o juiz.
  • Impacto no Tribunal do Júri: Discussão sobre como a nova legislação altera a interpretação do abandono de plenário e suas consequências legais.
  • Retroatividade da Lei 14.752/2023: Análise dos efeitos retroativos da lei, suas considerações processuais e a proteção dos direitos dos acusados.
  • Importância do Papel do Congresso: Reflexão sobre a necessidade da defesa das pautas democráticas e a responsabilidade das instituições na proteção das prerrogativas profissionais dos advogados.
  • Percepções sobre o Abandono do Plenário: Estratificação do abandono da sessão como uma decisão que deve ser cuidadosamente ponderada, considerando as violências processuais.
  • Ética e Disciplina na Advocacia: Importância das diretrizes do Código de Ética da OAB em relação à renúncia do patrocínio e comunicação de justo motivo ao juiz.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Rodrigo Faucz
Rodrigo FauczPós-doutor em Direito (UFPR), doutor em Neurociências (UFMG), mestre em Direito (UniBrasil). Professor de Processo Penal e coordenador da pós-graduação em Tribunal do Júri do Curso CEI. Advogado criminalista habilitado no Tribunal Penal Internacional (Haia).

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos