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Artigos Conjur – Disparidade de armas digital no processo penal híbrido

ARTIGO

Disparidade de armas digital no processo penal híbrido

O artigo aborda a disparidade de recursos no processo penal híbrido, destacando como as mudanças tecnológicas impactam a coleta e análise de provas. O autor alerta para a diferença de capacitação entre agentes de acusação e defesa, evidenciando a necessidade urgente de atualização nas competências digitais e metodológicas dos profissionais do Direito. A reflexão sobre a integração de tecnologias e o letramento digital é central para a redução dessa desigualdade no sistema judicial contemporâneo.

Alexandre Morais da Rosa
17 mai. 2024 10 acessos
Disparidade de armas digital no processo penal híbrido

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a disparidade de armas digitais no processo penal híbrido, destacando a inadequação das teorias processuais tradicionais frente ao avanço tecnológico e à transformação digital.

Entre os temas discutidos, ressalta-se a necessidade de atualização dos conhecimentos dos agentes penais, incluindo a compreensão das TICs e da produção de provas eletrônicas, como reflexo da crescente prevalência do mundo digital sobre o analógico. O texto também menciona a diferenciação entre crimes analógicos, digitais e híbridos, enfatizando a importância da aquisição de novas competências digitais para equilibrar a balança entre defesa e acusação, uma vez que defensores e advogados muitas vezes carecem de recursos comparáveis aos da Polícia e Ministério Público.

A precariedade tecnológica na defesa é apontada como um fator que agrava essa disparidade, gerando riscos de erros e ineficiências. Por fim, a discussão envolve a relevância da legislação atual, como a LGPD e o Marco Civil da Internet, e a necessidade de uma formação prática e constante em letramento digital para que profissionais do direito consigam se adaptar e prosperar em um ambiente cada vez mais digitalizado.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Disparidade de armas digital no processo penal híbrido", por Alexandre Morais da Rosa.

  • Teorias de Processo e Contexto Histórico: Análise das teorias de processo penal tradicionais e suas limitações frente à evolução tecnológica e atualizações científicas.
  • Impactos da Era da Informação: Discussão sobre como as tecnologias modernas, como a Internet e a inteligência artificial, alteraram o cenário da investigação e julgamento penal.
  • Mundos Analógico e Digital: Definição e diferenciação entre crimes analógicos, digitais e híbridos, e suas implicações no processo penal.
  • Competências Necessárias: Importância da formação contínua dos profissionais do direito frente ao novo contexto digital, incluindo conhecimentos e habilidades digitais.
  • Disparidade de Armas Digitais: Análise da diferença de recursos entre defesa e acusação no uso da tecnologia, e como isso afeta a equidade no processo penal.
  • Recursos Tecnológicos na Advocacia: Discussão sobre a falta de investimento em tecnologia pelos defensores públicos e advogados privados e suas consequências.
  • Metodologia Tradicional vs. Abordagens Modernas: Crítica ao uso de métodos convencionais de documentação e análise que não acompanham a evolução digital.
  • O Papel das TICs no Processo Penal: Como as Tecnologias da Informação e Comunicação influenciam o armazenamento, acesso e processamento de dados processuais.
  • Direito à Prova Digital: Importância da coleta e análise de provas digitais, e as consequências da falta dessa diligência por parte de agentes estatais.
  • Formação e Letramento Digital: Necessidade de um letramento digital contínuo e autodidata para profissionais do direito, e recursos disponíveis para essa formação.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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