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Artigos Conjur – Desejo made in machine? O fascínio da inteligência artificial

ARTIGO

Desejo made in machine? O fascínio da inteligência artificial

O artigo aborda o impacto da inteligência artificial na tomada de decisões diárias e os desafios éticos associados a essa tecnologia. Discute a diferença entre inteligência artificial forte e fraca, destacando como essa última pode levar à alienação do sujeito, à mercantilização das decisões e à normalização de padrões. O texto também questiona a capacidade da máquina de desejar e alerta para a necessidade de um olhar crítico sobre os algoritmos que moldam nosso cotidiano decisório.

Alexandre Morais da Rosa
16 nov. 2018 11 acessos
Desejo made in machine? O fascínio da inteligência artificial

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a complexa relação entre seres humanos e máquinas, evidenciando a incerteza do futuro da convivência com a inteligência artificial (IA) em nosso cotidiano.

Inicialmente, discute o impacto da transformação digital por meio do conceito de e-Mestre 4.0, que reflete a imposição das máquinas na maneira de vivermos e decidirmos. O texto diferencia entre inteligência artificial forte, que busca replicar a inteligência humana de forma geral, e fraca, focada em tarefas específicas, e como ambas se relacionam com a tomada de decisões humanas. A ideia de "apagamento do sujeito" é central no artigo, onde se explora a alienação provocada pela dependência das máquinas na decisão, destacando a normalização de padrões que afastam a humanidade das decisões conscientes.

Além disso, são abordadas questões éticas e a influência do big data e algoritmos na vida cotidiana, que oferecem um aparente conforto enquanto apagam a autonomia individual. O texto conclui com a necessidade de um reconhecimento das limitações humanas e a urgência de um diálogo crítico sobre como a IA está moldando as práticas decisórias, destacando que o futuro das interações humanas com a tecnologia exige uma postura consciente e responsável.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Desejo made in machine? O fascínio da inteligência artificial", por Alexandre Morais da Rosa.

  • Futuro da Convivência com Máquinas: Reflexão sobre a transformação digital e como a tecnologia se torna parte do cotidiano, destacando a busca por um modo "garantido" de gozo.
  • Desafios da Inteligência Artificial: A distinção entre inteligência artificial forte e fraca, e como cada uma aborda a tomada de decisão e a predição de resultados.
  • Papel da Linguagem na Decisão: A importância dos campos sintático, semântico e pragmático na construção de algoritmos e sua relação com a tomada de decisão humana.
  • Impacto do Big Data: A alienação do sujeito em suas decisões, substituído por algoritmos que oferecem certezas em um cotidiano vigiado.
  • Viés Retrospectivo: Discussão sobre como as decisões são justificadas retrospectivamente, e a relação com a necessidade de reconstruir Narrativas consistentes sobre escolhas passadas.
  • Ética e Tomada de Decisão: Questões éticas emergentes nas interações entre humanos e máquinas, e as implicações de transferir a responsabilidade decisória para a inteligência artificial.
  • Resistência à Alienação: A importância de manter a responsabilidade na decisão e os perigos da adesão cega às soluções oferecidas pela tecnologia.
  • O papel do sujeito: Considerações sobre como a tecnologia afeta o lugar do sujeito na decisão e os desafios de garantir um espaço de responsabilidade e autenticidade.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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