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Artigos Conjur – A (de)formação do ensino jurídico: notas para se (re)pensar o 2019

ARTIGO

A (de)formação do ensino jurídico: notas para se (re)pensar o 2019

O artigo aborda a crise no ensino jurídico brasileiro, destacando a reprodução irrefletida de conteúdos e a falta de comprometimento tanto de alunos quanto de professores. A discussão inclui a superficialidade das ementas das disciplinas, a preguiça acadêmica e a necessidade de um ensino crítico e profundo, que vá além da mera aprovação em exames. A chamada à ação visa repensar a formação jurídica em 2019 e promover mudanças significativas no sistema educacional.

Paulo Silas Filho
21 dez. 2018 13 acessos
A (de)formação do ensino jurídico: notas para se (re)pensar o 2019

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a crise no ensino jurídico no Brasil, destacando a superficialidade na formação dos alunos e a repetição de conteúdos desatualizados e sem crítica.

Os temas incluem: a mera reprodução e a falta de reflexão crítica nas aulas, onde professores se acomodam em métodos fáceis que não exigem estudo; a crítica ao desinteresse dos alunos, que frequentemente não leem nem se dedicam ao aprendizado do Direito; o ciclo vicioso de professores mal preparados e alunos que fingem aprender; a resistência a novas metodologias de ensino que poderiam enriquecer a experiência acadêmica; e a necessidade de uma formação mais comprometida, que promove a leitura e o debate crítico.

Além disso, é evidente o contraste entre a séria busca por conhecimento e a cultura do “decoreba”, que prioriza a aprovação em exames, e o alerta para a necessidade de mudanças substanciais a fim de renovar a qualidade do ensino jurídico. Por fim, o artigo conclama a uma reflexão crítica sobre o estado do ensino, para que em 2019 e além, a legislação seja repensada e aprimorada.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "A (de)formação do ensino jurídico: notas para se (re)pensar o 2019", de Paulo Silas Filho.

  • Problemas do Ensino Jurídico: Discussão sobre a atual abordagem superficial ao ensino jurídico, caracterizada pela mera reprodução de conteúdo e a falta de pensamento crítico.
  • Formação dos Professores: Crítica a professores mal preparados que se satisfazem em transmitir conteúdos sem profundidade ou reflexão.
  • Desinteresse dos Alunos: Análise da apatia e desengajamento dos estudantes no processo de aprendizagem, exacerbada pelo uso excessivo de tecnologias.
  • Metodologias Inoperantes: Identificação de metodologias ineptas que não contribuem para a formação crítica dos alunos e a absorção do conhecimento.
  • Literatura Jurídica Simplificada: Crítica à predominância de manuais simplistas que limitam o desenvolvimento do senso crítico dos alunos e docentes.
  • Denúncia do Estado Atual: Exposição do estado comprometedor do ensino jurídico, onde a busca por aprovações se sobrepõe ao verdadeiro aprendizado.
  • Propostas de Melhoria: Reflexão sobre a necessidade de um ensino mais rigoroso e comprometido, envolvendo leituras, debates e o uso de plataformas inovadoras.
  • Crítica à Cultura de Aprovação: Sinalização do problema de que passar em exames, como o da OAB, tem se tornado a principal preocupação, afastando-se do aprendizado genuíno.
  • A Esperança para 2019: Chamada para reavaliar e reformular o ensino jurídico, buscando um futuro mais crítico e educacionalmente valioso.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Paulo Silas FilhoMestre em Direito; Especialista em Ciências Penais; Especialista em Direito Processual Penal; Especialista em Filosofia; Especialista em Teoria Psicanalítica; Bacharelando em Letras (Português); Professor de Processo Penal e Direito Penal (UNINTER e UnC); Advogado; Escritor; Membro da Comissão de Prerrogativas da OAB/PR; Membro da Comissão de Assuntos Culturais da OAB/PR; Membro da Comissão de Advocacia Criminal da OAB/PR; Membro da Rede Brasileira de Direito e Literatura.

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