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Artigos Conjur – Visual law no Tribunal do Júri: como os recursos auxiliam os jurados

ARTIGO

Visual law no Tribunal do Júri: como os recursos auxiliam os jurados

O artigo aborda a importância do visual law no Tribunal do Júri, destacando como recursos audiovisuais, como infografias e animações, podem facilitar a compreensão dos jurados em um ambiente frequentemente dominado por uma linguagem técnica. Os autores discutem a necessidade de democratização da informação jurídica, tornando o conteúdo acessível a cidadãos comuns, e analisam as práticas atuais e a jurisprudência relacionada ao uso desses recursos. Através de estudos e exemplos, demonstram que...

Rodrigo Faucz
18 out. 2025
Visual law no Tribunal do Júri: como os recursos auxiliam os jurados

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a importância da oralidade no Tribunal do Júri e as barreiras que a linguagem técnica impõe à compreensão dos jurados leigos, destacando a necessidade de democratização da informação jurídica.

Discute o uso de visual law, como infografias e vídeos, como recursos para facilitar a compreensão das provas e conceitos por parte dos jurados, apresentando estudos que comprovam que materiais visuais aumentam a persuasão e a compreensão das informações. O texto menciona a crescente adoção de recursos audiovisuais em plenários no Brasil e a formação de profissionais especializados nesse nicho, além de abordar a falta de regulamentação específica sobre o uso desses recursos, comparando com o ordenamento jurídico dos EUA que possui diretrizes claras.

A jurisprudência brasileira é citada como favorável ao uso de recursos visuais desde que não constituam provas autônomas, mantendo a fidelidade ao conteúdo dos autos e o respeito à isonomia entre as partes. Por fim, ressalta que o prazo legal para a apresentação de elementos que não sejam simples slides deve ser observado, mas que a utilização de apurações visuais pré-existentes não deve ser restrita.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Visual law no Tribunal do Júri: como os recursos auxiliam os jurados" por Andrews Bianchi, Paloma Copetti e Rodrigo Faucz.

  • Oralidade no Tribunal do Júri: Discutida como característica fundamental que favorece a narrativa e imediata probatória no convencimento dos jurados.
  • Barreiras da linguagem jurídica: Análise do "juridiquês", suas dificuldades de compreensão e a necessidade de tornar a linguagem mais acessível.
  • Democratização da informação jurídica: Importância de permitir que cidadãos comuns entendam os conceitos e provas apresentados no júri.
  • Uso de recursos visuais (Visual Law): Exposição sobre como infografias, vídeos e animações podem facilitar a compreensão e a persuasão dos jurados.
  • Estudos sobre eficácia dos recursos visuais: Resultados de pesquisas que demonstram a superioridade de apresentações visuais na retenção e compreensão de informações.
  • Tendências no Brasil: Descrição do uso crescente de PowerPoint e outras ferramentas audiovisuais nas sessões do júri e a estruturação dos salões de júri.
  • Legislação relacionada: Análise do artigo 479 do CPP e a necessidade de um regramento mais claro sobre o uso de mídias visuais.
  • Diferenciação do direito comparado: Comparação com o sistema norte-americano e a maneira como a apresentação visual é regulamentada.
  • Jurisprudência brasileira: Discussão sobre decisões que legitimam o uso de recursos visuais como instrumentos auxiliares de argumentação no júri.
  • Conclusão sobre o uso de slides: Esclarecimentos sobre a validade do uso de slides desde que respeitado o conteúdo dos autos e a observância do prazo do artigo 479 do CPP.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Rodrigo FauczPós-doutor em Direito (UFPR), doutor em Neurociências (UFMG), mestre em Direito (UniBrasil). Professor de Processo Penal e coordenador da pós-graduação em Tribunal do Júri do Curso CEI. Advogado criminalista habilitado no Tribunal Penal Internacional (Haia).

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