Da Prisão Preventiva, das Medidas Cautelares e da Liberdade Provisória: Comentários à lei Nº. 12.403/2011 Capa comum 4 agosto 2016
O livro aborda a significativa reformulação das disposições sobre prisão, medidas cautelares e liberdade provisória, resultante da Lei nº 12.403/2011. Destaca a introdução de novas medidas cautelares, que reduzem o uso excessivo da prisão preventiva, analisadas à luz da Constituição Federal e criticadas pelo autor sob a perspectiva dos princípios constitucionais. Além disso, traz uma análise atualizada da jurisprudência e da doutrina, enfatizando a inadequação do conceito de "garantia da orde...

O livro aborda a significativa reformulação das disposições sobre prisão, medidas cautelares e liberdade provisória, resultante da Lei nº 12.403/2011. Destaca a introdução de novas medidas cautelares, que reduzem o uso excessivo da prisão preventiva, analisadas à luz da Constituição Federal e criticadas pelo autor sob a perspectiva dos princípios constitucionais. Além disso, traz uma análise atualizada da jurisprudência e da doutrina, enfatizando a inadequação do conceito de "garantia da ordem pública" como fundamento para a decretação da prisão preventiva.
Da Prisão Preventiva, das Medidas Cautelares e da Liberdade Provisória: Comentários à lei Nº. 12.403/2011 Capa comum 4 agosto 2016
A Lei nº. 12.403/2011 alterou substancialmente o Título IX do Livro I do Código de Processo Penal que passou a ter a seguinte epígrafe: Da Prisão, Das Medidas Cautelares e Da Liberdade Provisória. Com a alteração legislativa, passaram a ser conhecidas mais de uma dezena de novas medidas cautelares diversas da prisão, afastando a possibilidade dos Juízes aplicarem o absurdo Poder Geral de Cautela no Processo Penal, como era bastante comum até então. Pela nova lei, as medidas cautelares previstas em todo o ordenamento jurídico brasileiro deverão ser aplicadas observando-se a necessidade e a adequação da respectiva medida. A obra é escrito sob a ótica da Constituição Federal, sempre fazendo uma interpretação dos dispositivos à luz das normas constitucionais e dos seus princípios, razão pela qual muitas das alterações sofrem críticas contundentes do autor. O livro está atualizado com a recente jurisprudência dos Tribunais, bem como com a doutrina mais autorizada. Em relação à prisão preventiva, faz-se, especialmente, uma crítica contundente, pois, lamentavelmente continuamos a ter como um dos requisitos para a sua decretação a garantia da ordem pública, conceito por demais genérico e, exatamente por isso, impróprio para autorizar uma custódia provisória que, como se sabe, somente se justifica no processo penal como um provimento de natureza cautelar (presentes o fumus commis...
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