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Artigos Migalhas – Teoria argumentativo-dialógica do nexo de causalidade

ARTIGO

Teoria argumentativo-dialógica do nexo de causalidade

O artigo aborda a nova prática entre jovens conhecida como “High Meat”, que envolve o consumo de carne vencida para induzir euforia, e discute as implicações da responsabilidade civil caso alguém adoeça gravemente após essa ingestão. Os autores analisam teorias clássicas da responsabilidade civil, destacando suas limitações, e propõem uma abordagem argumentativo-dialógica mais abrangente sobre o tema. A proposta visa ampliar o entendimento das questões legais envolvidas nessa prática arriscada.

Tiago Gagliano
12 dez. 2023 7 acessos
Teoria argumentativo-dialógica do nexo de causalidade

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O artigo aborda a nova prática entre jovens conhecida como “High Meat”, que envolve o consumo de carne vencida para induzir euforia, e discute as implicações da responsabilidade civil caso alguém adoeça gravemente após essa ingestão. Os autores analisam teorias clássicas da responsabilidade civil, destacando suas limitações, e propõem uma abordagem argumentativo-dialógica mais abrangente sobre o tema. A proposta visa ampliar o entendimento das questões legais envolvidas nessa prática arriscada.

Publicado no Migalhas

Introdução

Há alguns meses foi noticiada a existência de uma nova moda entre os jovens. Trata-se do “High Meat”, que consiste no consumo de carne guardada há meses, já vencida, com o objetivo de “ficar chapado”. Daniel Larsoon, de 27 anos, um dos praticantes desse, digamos, desafio, relatou sensação de euforia após provar o alimento nessas condições, salientando, ainda, que, para ele, a iguaria teria um efeito similar a tomar 03 (três) cervejas1.

Imagine que, após consumir a carne podre, alguém passasse a sofrer de uma enfermidade que não só o levasse ao hospital, deixando-o internado por muito tempo, mas também desenvolvesse uma limitação em sua saúde para o restante da vida, prejudicando, inclusive, o exercício da sua atividade laborativa. Haveria, nesse caso, alguma responsabilidade civil a ser apurada?

Nesse artigo analisaremos algumas das clássicas teorias da responsabilidade civil, verificando as suas fragilidades e pontos positivos, para, na sequência, apresentar uma proposta de ampliação do exame do tema, sob o ponto de vista argumentativo-dialógico.

Vejamos, então, como se desenvolve.

Clique aqui e confira a coluna na íntegra.

__________

1 Notícia disponível aqui. Acesso em 3 dez. de 2023.

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Tiago GaglianoPós-doutorado em Direito (PUCPR e Universidad León-ES), em Psicologia do Testemunho (PUC-RS) e em Ontologia e Epistemologia (PUCPR). Doutor em Direito (UFPR). Professor (stricto e lato sensu) e Juiz de Direito (TJPR).

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