Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Conjur – Como “cada caso é um caso” em tempos de Justiça quantitativa?

ARTIGO

Como “cada caso é um caso” em tempos de Justiça quantitativa?

O artigo aborda a complexa interação entre a produção quantitativa de decisões judiciais e a necessidade de um julgamento qualitativo e individualizado, destacando como a pressão por resultados numéricos pode comprometer a função criativa dos magistrados. Alexandre Morais da Rosa analisa a influência de heurísticas e vieses no processo de decisão, propondo a construção de um sistema que valorize as particularidades de cada caso e fortaleça o papel do julgador em um cenário de gestão eficiente...

Alexandre Morais da Rosa
27 out. 2017 25 acessos
Como “cada caso é um caso” em tempos de Justiça quantitativa?

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a complexidade da atuação jurisdicional na era da Justiça quantitativa, destacando o duplo viés da análise jurídica, onde se equilibra a análise de fatos e a aplicação do direito.

Discorre sobre a nova função dos julgadores, que, em muitos casos, se tornaram meros reprodutores de decisões padronizadas dos tribunais superiores, perdendo assim a capacidade criativa e adaptativa de sua função. O texto enfatiza a importância da teoria do caso, que requer uma construção narrativa a partir dos detalhes específicos de cada situação, contrastando com a abordagem de cima para baixo típica do modelo continental. A necessidade de um processo judicial mais participativo e atento às nuances dos casos é apontada, ao lado dos desafios impostos pela demanda por resultados quantitativos, que podem levar a uma produção inautêntica de decisões.

Discute ainda como a reputação do magistrado influencia na atenção ao desafio de equilibrar qualidade e quantidade nas decisões, e conclui que a gestão eficaz de uma unidade jurisdicional deve ser sensível ao risco de erros cognitivos gerados por heurísticas e vieses. Além disso, menciona a importância de um alinhamento dos mecanismos gerenciais, especialmente em contextos penais, onde a pressão pode ser ainda mais intensa.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Como “cada caso é um caso” em tempos de Justiça quantitativa?" de Alexandre Morais da Rosa.

  • Duplo viés na abordagem jurídica: Discussão sobre a análise e reflexões que permeiam a decisão de questões factuais e jurídicas, ressaltando a perda do trabalho humano criativo pelos juízes.
  • Impacto da Justiça quantitativa: A alteração na lógica de produção, onde a busca por resultados numéricos empurra os juízes a decisões massificadas e repetitivas, impactando a qualidade do julgamento.
  • Novos desafios: Overruling e Distinguishing: A importância de adaptar conceitos de sua aplicação no processo judicial, focando na construção da narrativa do caso a partir de suas particularidades.
  • Teoria do Caso: A necessidade de uma abordagem construtiva, que arise das realidades dos casos em vez de se basear em precedentes imediatamente aplicáveis.
  • Pressões contextuais e gerenciamento de tempo: Discussão sobre como a escassez de tempo e atenção interfere na capacidade do juiz de decidir com qualidade.
  • A importância da reputação do magistrado: A influência que a preocupação com a imagem pública pode ter no desempenho e atenção às qualidades do julgamento.
  • Teoria dos Jogos na administração judicial: Proposta de uma leitura sistêmica que considere as dinâmicas de pressão e as armadilhas cognitivas existentes na atuação jurisprudencial, especialmente em questões penais.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Alexandre Morais da Rosa
Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos