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Podcast Criminal Player – #251 NOVA RESOLUÇÃO CNJ E COMBATE À TORTURA

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#251 NOVA RESOLUÇÃO CNJ E COMBATE À TORTURA

O episódio aborda a nova resolução do CNJ sobre o combate à tortura, destacando a importância das audiências de custódia e a legislação relacionada ao abuso de autoridade. Os professores Alexandre Morais da Rosa e Aury Lopes Jr discutem o conceito de tortura, suas formas e indicadores de violação, enfatizando a necessidade de garantir os direitos dos detidos e a transparência na atuação policial. A conversa ressalta a importância da cultura de respeito aos direitos humanos e a conscientização...

Alexandre Morais da Rosa, Aury Lopes Jr
01 set. 2021 15 acessos
#251 NOVA RESOLUÇÃO CNJ E COMBATE À TORTURA

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O episódio aborda a nova resolução do CNJ sobre o combate à tortura, destacando a importância das audiências de custódia e a legislação relacionada ao abuso de autoridade. Os professores Alexandre Morais da Rosa e Aury Lopes Jr discutem o conceito de tortura, suas formas e indicadores de violação, enfatizando a necessidade de garantir os direitos dos detidos e a transparência na atuação policial. A conversa ressalta a importância da cultura de respeito aos direitos humanos e a conscientização dos cidadãos sobre essas normas para promover uma democracia mais justa.

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Tópicos abordados

Principais temas e pontos abordados neste conteúdo

Principais temas abordados no episódio #251 do Podcast Criminal Player, com Alexandre Morais da Rosa e Aury Lopes Jr, sobre a nova resolução do CNJ e o combate à tortura.

  • Importância do Controle Social: A necessidade de conformidade no exercício da força policial, evitando atos violentos não justificados conforme a lei.
  • Definição de Tortura: A lei 9.455/1997 define tortura como constranger alguém com violência, causando sofrimento físico ou mental, visando obter informações ou como forma de punição.
  • Responsabilidade em Caso de Tortura: Consequências legais para quem não age para prevenir ou apurar atos de tortura, incluindo penas de detenção de 1 a 4 anos.
  • Nova Resolução do CNJ: A 91ª sessão do CNJ apresenta diretrizes baseadas no Protocolo de Istambul, estabelecendo 27 indicadores relacionados às audiências de custódia.
  • Indicadores de Violação: Sinais de tortura incluem: custódia em locais não oficiais, incomunicabilidade, registros inadequados e falta de acesso a direitos básicos do custodiado.
  • Direitos Humanos e Dignidade: Enfatiza que todos os presos, independentemente de suas ações, têm direitos e deve-se proteger a dignidade humana.
  • Lei de Acesso à Informação: A importância de solicitar dados que podem corroborar práticas de tortura, ajudando na defesa dos direitos dos custodiados.
  • A Cultura do Abuso de Autoridade: Discussão sobre a cultura autoritária na polícia e a importância de fortalecer a legalidade e o respeito aos direitos fundamentais.
  • Condições Subumanas nas Viaturas: Questões sobre a questão da tortura através de condições inadequadas durante o transporte de detentos.
  • Reflexão sobre o Poder: A necessidade de compreender os limites do poder do Estado, garantindo que o exercício de punir seja feito de maneira civilizada, respeitando os direitos humanos.

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)
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Aury Lopes JrDoutor em Direito Processual Penal pela Universidad Complutense de Madrid. É Professor Titular do Programa de Pós-Graduação – Especialização, Mestrado e Doutorado – em Ciências Criminais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Advogado criminalista. Membro da Abracrim

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