O amor dos que não são amados
O artigo aborda a complexidade do amor não correspondido, explorando sentimentos de desejo, saudade e a busca pela conexão emocional em meio à ausência do outro. Com uma linguagem poética, a autora Bartira Macedo de Miranda reflete sobre a dualidade do amor, apresentando-o como uma força vital que permeia a existência, embora muitas vezes se manifeste na dor e na falta. A obra destaca a singularidade de cada relação, comparando-a a um teorema impossível de ser plenamente compreendido ou demon...

O artigo aborda a complexidade do amor não correspondido, explorando sentimentos de desejo, saudade e a busca pela conexão emocional em meio à ausência do outro. Com uma linguagem poética, a autora Bartira Macedo de Miranda reflete sobre a dualidade do amor, apresentando-o como uma força vital que permeia a existência, embora muitas vezes se manifeste na dor e na falta. A obra destaca a singularidade de cada relação, comparando-a a um teorema impossível de ser plenamente compreendido ou demonstrado.
Coluna O Direito e Arte / Coordenadora Taysa Matos
O amor dos que não são amados É o espinho sem a flor É o efeito colateral sem a cura É a louca da loucura Chamando para viver Fluindo pelas veias Como fogo que arde Como desejo que deseja Quando o desejado já foi embora.
Vida, paixão e tesão Energia de fogo que procura seu caminho Para expressar-se em beleza, sentimento e candura. É a busca pelas mãos É a pele que domina o dominador É um território de puro amor Desejo e saudade no mesmo corpo Ausente e presente. É o belo sem elo.
O amor dos que não são amados É tudo que não existe e é real Terra, água, ar e fogo Corpo, emoção, mente e espírito. Seco, úmido, frio e quente. Círculos, quadrados e triângulos Movimento, força e velocidade Hipóteses e possibilidades É um teorema indemonstrável.
No mundo há muita gente Mas não há ninguém que seja igual Ou semelhante à criatura amada. Criada para nosso corpo, mente e espírito Não poderia ser melhor inventada. Feito o côncavo e o convexo Perfeição exata, traçada à régua. Feito potro e égua. É como poesia imperfeita e rima desarrumada.
Imagem Ilustrativa do Post: person raising both hands // Foto de: I.am_nah // Sem alterações
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