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Artigos Conjur – Prerrogativas da advocacia e o movimento feminino de resistência

ARTIGO

Prerrogativas da advocacia e o movimento feminino de resistência

O artigo aborda as prerrogativas da advocacia e como as advogadas enfrentam desigualdades no exercício da profissão, especialmente na área criminal. As autoras, Ana Paula Trento, Florence Rosa e Izabella Borges, destacam a influência de estereótipos de gênero que questionam as escolhas e capacidades das mulheres, ao mesmo tempo em que defendem a importância de uma resistência coletiva para promover a equidade na advocacia e no sistema de justiça. A análise enfatiza a necessidade urgente de re...

Ana Paula Trento
07 mai. 2025 12 acessos
Prerrogativas da advocacia e o movimento feminino de resistência

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a importância das prerrogativas da advocacia no contexto do Estado democrático de Direito e a resistência feminina dentro da profissão.

Discorre sobre a desigualdade de gênero na advocacia, evidenciando como mulheres advogadas enfrentam questionamentos e julgamentos que seus colegas homens não sofrem, refletindo um viés masculino enraizado na sociedade. O texto ressalta a essencialidade da defesa técnica, especialmente na advocacia criminal, como um exercício democrático e de proteção de garantias fundamentais. Além disso, destaca as disparidades enfrentadas por advogadas, como interrupções, questionamentos sobre sua capacidade técnica, e a sexualização de suas corporalidades no ambiente forense.

O movimento feminino na advocacia é apresentado como uma necessidade estratégica, que busca combater essas violações e fomentar a coletivização das experiências profissionais. O artigo conclui que a luta pela equidade de gênero na advocacia é uma parte vital da luta pelos direitos humanos e reafirma a necessidade de uma mudança cultural e institucional para garantir um sistema de justiça realmente justo e paritário.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Prerrogativas da advocacia e o movimento feminino de resistência" por Ana Paula Trento, Florence Rosa e Izabella Borges.

  • Prerrogativas da advocacia: Discussão sobre as prerrogativas profissionais estabelecidas pelo Estatuto da Advocacia e sua importância para a administração da justiça.
  • Desigualdade de gênero: Análise da disparidade de tratamento entre advogados homens e mulheres, destacando o impacto dessas desigualdades na prática da advocacia criminal.
  • Estereótipos de gênero: Reflexão sobre o questionamento que as advogadas enfrentam em relação a suas escolhas profissionais e a percepção de suas capacidades.
  • Histórico de resistência: Citação de mulheres advogadas notáveis que superaram barreiras e enfrentaram discriminação em sua atuação na advocacia criminal.
  • Violência institucional de gênero: Descrição das violações sistemáticas que as advogadas enfrentam no ambiente forense e como isso afeta sua atuação.
  • Movimento feminino organizado: A necessidade de um movimento feminino na advocacia como forma de resistência e articulação contra as violências estruturais enfrentadas.
  • Importância da voz coletiva: A relevância da coletivização das experiências das advogadas como forma de romper o silêncio e evidenciar as violações sistemáticas.
  • Presença feminina nas instâncias decisórias: A importância da atuação de advogadas feministas em espaços de decisão para promover mudanças com perspectiva de gênero.
  • Educação e formação: Necessidade de introduzir discussões sobre prerrogativas da advocacia e gênero nos cursos de formação de profissionais do direito.
  • Luta por igualdade: A defesa dos direitos das mulheres na advocacia como parte fundamental da luta por direitos humanos e igualdade civil.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Ana Paula TrentoAdvogada Criminalista há 18 anos, Especialista em Direito Processual Penal pela universidade potiguar, especialista em Direito Público pela universidade potiguar e especialista Direito Eleitoral pela universidade do sul de Santa Catarina, Pesquisadora em Criminologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Presidente Nacional da Abracrim Mulher, Secretária-geral Abracrim Nacional, Assessora Parlamentar Senado Federal, Auditora no Tribunal de Justiça Desportiva do Estado do Rio Grande do Norte, Professora de Processo Penal no Instituto de Estudos Jurídicos (IEJUR), Fundadora do Projeto Clara Camarão - Combate à violência contra mulher, Coautora e autora em obras jurídicas.

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