Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Conjur – Nunes e Malone: Devemos retroceder dos tribunais híbridos?

ARTIGO

Nunes e Malone: Devemos retroceder dos tribunais híbridos?

O artigo aborda a transformação causada pela pandemia na Justiça brasileira, destacando a aceleração da adoção de tecnologias e a proposta de tribunais híbridos que combinam atividades presenciais e remotas. Os autores, Dierle Nunes e Hugo Malone, discutem as eficiências alcançadas durante o trabalho remoto e alertam sobre a nova regulamentação do Conselho Nacional de Justiça, que limita o teletrabalho, sugerindo que isso pode prejudicar o acesso à Justiça e os avanços tecnológicos na área. A...

Dierle Nunes
09 fev. 2023 16 acessos
Nunes e Malone: Devemos retroceder dos tribunais híbridos?

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a evolução dos tribunais híbridos no Brasil, destacando a aceleração da transformação digital da Justiça motivada pela pandemia e a adoção de tecnologias que possibilitaram a continuidade dos serviços jurídicos.

Os autores discutem a eficácia dos modelos híbridos, onde são combinadas práticas presenciais e remotas, enfatizando os benefícios da digitalização, como a atuação eficiente de unidades especializadas em todo o território por meio de processos totalmente digitais. Contudo, a nova regulamentação do Conselho Nacional de Justiça, que limita o trabalho remoto a 30% do quadro de servidores, é criticada por contrabalançar o progresso alcançado durante a pandemia, onde foi destacada a redução de acervos processuais e economias significativas nas despesas do Judiciário. O texto também menciona que, mesmo antes da pandemia, o teletrabalho já demonstrava aumento de produtividade nas atividades judiciais.

Os autores defendem a importância de um modelo que aproveite as tecnologias da informação e comunicação para melhorar a eficiência, enquanto abordam a necessidade de monitorar eventuais dificuldades enfrentadas pelos jurisdicionados. Por fim, ponderam sobre a cautela necessária ao se reduzir o avanço das inovações tecnológicas, ressaltando que a retrocessos nesse contexto podem impactar negativamente no acesso à Justiça e na efetividade dos serviços prestados.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais pontos abordados no artigo "Devemos retroceder dos tribunais híbridos?" de Dierle Nunes e Hugo Malone.

  • Aceleração da Tecnologia na Justiça: A pandemia forçou uma rápida adaptação tecnológica no Judiciário brasileiro, permitindo a atuação remota de profissionais do Direito e a continuidade do acesso à Justiça.
  • Tribunais Híbridos: Defesa da adoção de tribunais que combinem atividades presenciais e remotas, promovendo a "Justiça 4.0" e aumentando a eficiência através do uso das tecnologias da informação.
  • Núcleos de Justiça 4.0: Proposição de unidades judiciárias especializadas que possam atuar em todo o território estadual, facilitando o acesso e a tramitação 100% digital de processos.
  • Impactos da Resolução n° 481: A nova regulamentação limita o teletrabalho a 30% dos servidores, contradizendo a tendência de eficiência observada durante a pandemia.
  • Resultados Positivos da Digitalização: Dados mostram que o Judiciário brasileiro se manteve ativo e eficiente durante a pandemia, com redução do acervo de processos e diminuição de custos.
  • A eficiência do Teletrabalho: Estudo pré-pandemia destacou que tribunais com teletrabalho apresentaram aumento de produtividade, indicando que um modelo híbrido pode ser benéfico.
  • Desafios do Modelo Presencial: Discussão sobre as dificuldades que um retorno exclusivo ao presencial pode trazer para o acesso à Justiça e a necessidade de conciliar modelos digitais e presenciais.
  • Reflexão sobre a Tecnologia e o Judiciário: A importância de não retroceder no uso de tecnologia no Judiciário, buscando sempre o aprimoramento e democratização do acesso à Justiça.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Dierle Nunes
Dierle NunesSócio de CRON Advocacia, com atuação estratégica no cível e empresarial. Se notabilizou como Processualista, participando da Comissão de Juristas que elaborou o CPC de 2015 e, há bastante tempo, é um estudioso do impacto das novas tecnologias, com destaque para a Inteligência Artificial, no Direito. Professor na UFMG e PUCMINAS.

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos