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Artigos Conjur – ‘Caso Kiss’: idoneidade dos jurados e paridade de armas (Parte 1)

ARTIGO

‘Caso Kiss’: idoneidade dos jurados e paridade de armas (Parte 1)

O artigo aborda a complexidade do julgamento da Boate Kiss, destacando a questão da idoneidade dos jurados e a paridade de armas, especialmente sob a perspectiva da LGPD. Os autores analisam como o acesso desigual a informações sobre os jurados pode comprometer a imparcialidade do processo judicial, ressaltando a importância de garantir igualdade de condições entre acusação e defesa. Além disso, a falta de regulamentação específica sobre o tratamento de dados pessoais neste contexto gera disc...

Denis Sampaio, Rodrigo Faucz
11 dez. 2021 39 acessos
‘Caso Kiss’: idoneidade dos jurados e paridade de armas (Parte 1)

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a discussão em torno da idoneidade dos jurados e da paridade de armas no contexto do julgamento do Caso Boate Kiss, analisando aspectos fundamentais do direito processual.

Primeiramente, explora a interação entre a idoneidade dos jurados e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), destacando a importância da proteção de dados pessoais e as implicações do acesso irregular a essas informações por parte do Ministério Público. Em seguida, discute a violação do princípio da paridade de armas, ressaltando como o acesso desigual às informações sobre jurados pode prejudicar a defesa, comprometendo a equidade no julgamento. O artigo também menciona a necessidade de um sistema que permita um conhecimento mais efetivo dos jurados, como o voir dire norte-americano, para assegurar a imparcialidade.

A análise se estende para a crítica ao entendimento do Superior Tribunal de Justiça sobre o papel do Ministério Público em acessar dados pessoais sem a adequada regulamentação em conformidade com a LGPD. Por fim, promete uma continuação das discussões na próxima parte, abordando a idoneidade do jurado em conexão com a presunção de inocência e a representatividade social efetiva.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo 'Caso Boate Kiss': idoneidade dos jurados e paridade de armas (Parte 1), escrito por Khalil Vieira Proença Aquim, Rodrigo Faucz e Denis Sampaio.

  • Contexto do Julgamento: Reflexão sobre a importância do julgamento da tragédia da Boate Kiss e os fatores que atraíram a atenção pública e jurídica.
  • Idoneidade dos Jurados: Discussão sobre a importância da verificação da idoneidade dos jurados e as impugnações feitas pelo Ministério Público para garantir a legislação.
  • Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD): Abordagem sobre a aplicação da LGPD no tratamento de dados pessoais e a necessidade de observância das suas diretrizes pelo poder público.
  • Acesso a Dados Pessoais: Análise da legalidade do acesso a dados pessoais por parte do Ministério Público, com foco na verificação da idoneidade dos jurados e suas implicações legais.
  • Paridade de Armas: Reflexão sobre a importância da paridade de armas no processo judicial e as implicações do acesso asymétrico a informações pelos órgãos acusadores e defensores.
  • Impacto da Estrutura do Ministério Público e Defensoria Pública: Discussão sobre as diferenças estruturais e operacionais entre o Ministério Público e a Defensoria Pública que afetam a equidade no processo judicial.
  • Perspectivas Futuras: Anúncio sobre a próxima parte do artigo, que discutirá a relação entre a idoneidade dos jurados, o princípio da presunção de inocência e a representatividade social efetiva.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Denis SampaioDoutor em Ciências Jurídico-Criminais pela Faculdade de Lisboa/PT. Mestre em Ciências Criminais pela UCAM/RJ. Visiting Student na Universidade de Bologna/IT. Investigador do Centro de Investigação em Direito Penal e Ciências Criminais da Faculdade de Lisboa/PT. Professor de Processo Penal (Pós- Graduação PUC. UCAM. Escola Superior da Defensoria Pública – FESUDEPERJ. Escola da Magistratura do Rio de Janeiro (EMERJ). Defensor Público do Rio de Janeiro. Ex- Presidente da Comissão Criminal do Colégio Nacional das Defensorias Gerais. Membro Honorário do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB). Autor de livros e artigos.
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Rodrigo FauczPós-doutor em Direito (UFPR), doutor em Neurociências (UFMG), mestre em Direito (UniBrasil). Professor de Processo Penal e coordenador da pós-graduação em Tribunal do Júri do Curso CEI. Advogado criminalista habilitado no Tribunal Penal Internacional (Haia).

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