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Apresentação — Observatório

Observatório de Decisões · STF criminal

A jurisprudência do STF criminal,
lida como ela decide.

8.464 recursos da defesa no STF criminal, de 2021 a 2026, cada um interpretado, decisão por decisão, para responder à pergunta que antecede qualquer petição: o que, de fato, funciona para a defesa, e o que apenas parece funcionar.

8.464 acórdãos2021 a 2026leitura interpretativa, não busca por palavra
role para ler
O método · leitura ciente do polo

Toda taxa de êxito esconde uma pergunta: quem recorreu?

No recorte, a defesa que leva o próprio caso ao STF vence 4 em cada 100. Quando é o Ministério Público que recorre, a defesa se mantém em 92 de cada 100, porque o recurso da acusação foi negado.

O agregado de 11% que se vê por aí é, na maior parte, derrota do MP, e não vitória conquistada pela defesa. Uma estatística que não separa o polo conta a história ao contrário. O Observatório lê, em cada acórdão, quem recorreu, o que pediu e o que a Corte de fato decidiu para o réu. É o que torna o número confiável o bastante para fundar uma escolha de estratégia, e não apenas para ilustrar uma palestra.

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Observatório: êxito da defesa conforme o polo recorrente, defesa 4% contra MP 92%.

Print real: Print real a capturar: capítulo "O que pedir, e por quem se pede" mais a legenda "Como ler" do drill, onde um recurso do MP negado aparece marcado como favorável à defesa.

Capítulo 01 · a barreira da admissibilidade

No STF criminal, perde-se a causa antes de discuti-la.

33% dos acórdãos criminais não chegam ao mérito. A defesa perde sem que o argumento seja sequer apreciado. A primeira tese a vencer não é a do mérito: é a da admissibilidade.

A executora tem nome. O reexame de fatos e provas, a Súmula 279, barra 1.203 decisões, entre as duas maiores barreiras, ao lado da supressão de instância. A leitura para quem advoga é direta: quem leva ao Supremo uma questão que depende de revolver prova entrega a causa na porta. O Observatório mostra, antes de tudo, o que barra, para que a petição já nasça desenhada contra a barreira mais provável daquele caso.

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Observatório: barreira da admissibilidade, proporção conhecido/barrado e fundamentos de não-conhecimento.

Print real: Print real a capturar: /observatorio/ Capítulo 01, "Antes do mérito, a admissibilidade", com a proporção conhecido/barrado e os fundamentos de não-conhecimento.

Capítulo 02 · o terreno de cada corte

A intuição calibrada no STJ trabalha contra você aqui.

O STF criminal é uma corte constitucional-probatória. Onde a defesa encontra espaço é em prova ilícita, busca e prescrição, não em dosimetria e nulidades, que são o terreno do STJ.

Não é que dosimetria ou nulidade sejam teses fracas: é que o Supremo não é o foro delas. Reconhecer o terreno antes de escolher a corte, ou o veículo, costuma valer mais do que reforçar o mérito do argumento. Cada barra abre as decisões reais por trás do número, para conferir a leitura no caso concreto.

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Observatório: taxa de êxito da defesa por matéria, busca e prova no topo, dosimetria e nulidades no fim.

Print real: Print real a capturar: Capítulo 02, "Onde a defesa encontra espaço". As matérias do alto e do fim da lista contam a história do terreno numa só imagem.

A loteria da admissibilidade

Antes do mérito, um sorteio: quem sequer abre a porta.

O dado mais decisivo do perfil de um ministro não é quanto ele concede. É quanto ele sequer conhece. A taxa de não-conhecimento vai de 8% com Flávio Dino a 61% com Edson Fachin.

Sorteado um relator que barra três de cada cinco recursos na admissibilidade, o mérito da sua tese pode nem ser lido, por melhor que seja a sustentação. É a variável que mais decide o destino do recurso, e a única que nenhuma intuição entrega: o filtro de cada gabinete, medido em milhares de decisões, não em impressão de corredor.

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Observatório: não-conhecimento por relator, de 8% com Dino a 61% com Fachin.

Print real: Print real a capturar: nova visualização "não-conhecimento por relator" no Observatório (tela a promover, conforme decidido). Num gráfico só, o filtro de cada gabinete.

A ferramenta · meu caso

A matéria você domina. O gabinete que vai julgá-la, nem sempre.

Escolhida a questão jurídica do caso, o Observatório mostra, dentro daquela mesma matéria, com qual relator a defesa encontrou mais espaço. A comparação controla a matéria, então separa a dificuldade do tema do gabinete que decide.

Em regime inicial, por exemplo, a defesa encontrou perto de 40% de espaço com Nunes Marques, o ministro em atividade mais favorável na matéria, e um dígito na maioria dos demais gabinetes, sobre a mesma questão jurídica. O sorteio do relator pesa tanto quanto a tese, e é a parte do caso que você não controla, mas pode antecipar. O dado não promete o resultado do seu caso: mostra onde, historicamente, a defesa teve espaço, com o n e o período sempre à vista.

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Observatório: recomendador Meu caso, relator mais favorável em regime inicial.

Print real: Print real a capturar: recomendador "Meu caso" com a matéria regime inicial selecionada, destacando o relator mais favorável na matéria.

A prova · todo número volta à decisão

Jurimetria que você pode conferir, decisão por decisão.

Nenhum número aqui é caixa-preta. Toque em qualquer taxa, barra ou célula e o Observatório abre as decisões reais que a compõem.

Cada uma vira um mini-dossiê: a questão que se discutia, o resultado para a defesa ciente do polo, o fundamento (ou a barreira, quando não conhecido), os vencidos e o link para o inteiro teor no portal do STF. Os êxitos vêm primeiro, porque são os precedentes a citar. É a diferença entre uma estatística em que se acredita e uma que se usa na petição.

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Observatório: drawer de drill com decisões reais, recurso do MP negado marcado como favorável.

Print real: Print real a capturar: o drawer de drill aberto a partir de uma barra, com a legenda "Como ler" e duas ou três decisões reais.

Sobre os dados

Como lemos cada decisão.

Interpretação, não palavra-chave

A IA lê o que a defesa pediu, o que a Corte concedeu e por quê. Não buscamos termos: entendemos a decisão.

Validação cruzada

Modelos de IA leem e estruturam cada decisão, com validação cruzada; a concordância medida entre leituras independentes fica na casa dos 95%.

Obrigação de meio

A estatística aumenta a probabilidade, não promete resultado. Toda taxa traz o n e o período à vista.

Recorte honesto

STF criminal, de 2021 a 2026. A série é completa para habeas corpus e RHC; as demais classes entram a partir de 2025. O perfil do STF não se transporta para o STJ.

Criminal Player

Abra o Observatório com a sua matéria.

Escolha a questão do seu caso e veja a probabilidade, o relator mais favorável e a barreira mais provável, com as decisões reais por trás de cada número.

Base: STF criminal, 8.464 acórdãos, de 2021 a 2026. A estatística orienta a estratégia, não promete resultado.

Observatório de Decisões · jurimetria estratégica do STF criminal. Números lidos do acervo de acórdãos enriquecido por IA.