Ordem e Progresso - 4ª Ed. - 2023 Capa comum 27 março 2023
O livro aborda a reinterpretação do nacionalismo no Brasil, destacando sua função como motor de mobilização política e afetiva nos últimos anos. A obra analisa a construção da identidade nacional, criticando narrativas que romantizam períodos de violência como o descobrimento e a escravidão, e revelando como essas histórias são utilizadas para promover adesão e polarização. Através desse olhar crítico, o autor nos convida a repensar os fundamentos da nação brasileira e a sua representação.

O livro aborda a reinterpretação do nacionalismo no Brasil, destacando sua função como motor de mobilização política e afetiva nos últimos anos. A obra analisa a construção da identidade nacional, criticando narrativas que romantizam períodos de violência como o descobrimento e a escravidão, e revelando como essas histórias são utilizadas para promover adesão e polarização. Através desse olhar crítico, o autor nos convida a repensar os fundamentos da nação brasileira e a sua representação.

Ordem e Progresso - 4ª Ed. - 2023 Capa comum 27 março 2023
Nos últimos anos, o nacionalismo foi reintroduzido no Brasil como um lócus de mobilização política e afetiva dotado de enorme capacidade para promover engajamento e adesão. É em defesa de uma versão idealizada e distorcida da nação que centenas de manifestantes acamparam na frente de quartéis pedindo socorro , apoio e até mesmo intervenção federal diante de uma percebida injustiça contra o que lhes parecem ser os fundamentos em torno dos quais se assenta o país. Esse engajamento político inclui uma utilização proeminente de símbolos e cores da pátria , bem como um recurso constante à suposta ameaça de que tais símbolos poderiam ser violados , o que é visível em frases como nossa bandeira jamais será vermelha e em inúmeras outras situações. Este livro não discute essas questões de forma direta. Ele retrata a invenção do Brasil e da identidade nacional brasileira, demonstrando como foi constituída a narrativa nacional que ainda é utilizada como um expediente que promove adesão e separação, reunião e polarização. Ele explicitamente rejeita as narrativas comemorativas de violências como o descobrimento , o genocídio e a escravidão, realidades com as quais o país conviveu entre 1500 e 1900, período no qual está compreendida a análise aqui desenvolvida. Salah H. Khaled Jr.
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