A Coisa Julgada no Código de Processo Civil de 2015. Premissas, Conceitos, Momento de Formação e Suportes Fáticos Capa comum 1 janeiro 2017
O livro aborda os fundamentos da coisa julgada sob a perspectiva do Código de Processo Civil de 2015, explorando conceitos doutrinários, sua natureza material e processual, e a comparação com a preclusão. Alexandre Senra apresenta uma análise inédita, ligando a coisa julgada ao contexto constitucional e à segurança jurídica, oferecendo uma visão inovadora que destaca a relevância do instituto no cenário atual. A obra se destaca por sua abordagem aprofundada, refletindo sobre aspectos cruciais...

O livro aborda os fundamentos da coisa julgada sob a perspectiva do Código de Processo Civil de 2015, explorando conceitos doutrinários, sua natureza material e processual, e a comparação com a preclusão. Alexandre Senra apresenta uma análise inédita, ligando a coisa julgada ao contexto constitucional e à segurança jurídica, oferecendo uma visão inovadora que destaca a relevância do instituto no cenário atual. A obra se destaca por sua abordagem aprofundada, refletindo sobre aspectos cruciais que historicamente não foram tratados de forma tão integrada.

A Coisa Julgada no Código de Processo Civil de 2015. Premissas, Conceitos, Momento de Formação e Suportes Fáticos Capa comum 1 janeiro 2017
Temas obrigatórios sobre a coisa julgada, em coerência com os pilares iniciais, são trabalhados por Alexandre Senra, como é o caso dos conceitos mais comuns na doutrina, da natureza material e/ou processual e das facetas formal e material da figura. Mais ainda, confrontos necessários com outros institutos não são deixados de lado, como se dá na comparação com a preclusão, em diversos quadrantes. Tudo isso considerando o Código de Processo Civil de 2015 como pano de fundo, fazendo com que o livro obtenha o predicado do ineditismo, na medida em que trata da coisa julgada escorando-a em base invulgar (primeira parte do livro - capítulos 1 a 3) e no cenário atual (a noviça codificação processual), simbiose não levada a cabo em nenhuma obra publicada até agora, ao menos de conhecimento do signatário do presente prefácio. Muito importante salientar também que a abordagem não se descuida de trazer o influxo constitucional acerca da coisa julgada, tratando-a, inclusive, no quadro panorâmico do art. 5º, XXXVI, da Constituição Federal, que reúne o instituto ao direito adquirido e ao ato jurídico perfeito, formando tríade que tem como escopo a segurança jurídica. Rodrigo Reis Mazzei Professor da UFES e Vice-Presidente do Instituto dos Advogados do Estado do Espírito Santo.
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