Artigos Empório do Direito – A arte de não julgar

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A arte de não julgar

O artigo aborda a importância da Defensoria Pública em promover o respeito à autodeterminação dos assistidos, evitando julgamentos morais ou pessoais. A autora, Fernanda Mambrini Rudolfo, ressalta que o papel do defensor deve ser de orientar legalmente, permitindo que cada indivíduo se sinta protagonista de sua própria vida, independentemente de suas circunstâncias. O texto enfatiza a necessidade de empatia e compreensão, valorizando a dignidade humana em um contexto de vulnerabilidade.

10 jun. 2018 7 acessos
A arte de não julgar
Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a importância de não julgar no exercício da advocacia pública, destacando a experiência da autora ao lidar com um assistido que planejava cometer um ilícito.

A primeira reflexão gira em torno do papel do defensor público, que deve se abster de juízos de valor e focar na informação sobre as consequências jurídicas da conduta, reconhecendo que cada pessoa tem suas próprias realidades e morais, que podem ser diferentes das suas. Em seguida, a autora enfatiza a necessidade de respeitar a autonomia do assistido, evitando sugerir comportamentos ou soluções, para que ele possa ser o protagonista de sua própria vida.

O texto também menciona o desafio pessoal de evitar julgamentos, pois isso exige um constante exercício de empatia e alteridade. Por fim, é ressaltado que o respeito à autodeterminação é fundamental para a dignidade da pessoa humana, reafirmando a função da Defensoria Pública como promotora de direitos em um contexto muitas vezes marcado pela vulnerabilidade.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "A arte de não julgar" por Fernanda Mambrini Rudolfo.

  • Importância de não julgar: Reflexão sobre a necessidade de evitar julgamentos pessoais e morais ao atender assistidos, enfatizando o papel da defender/a pública como informante jurídico.
  • Alteridade e promoção de direitos: A importância de exercer a empatia e o reconhecimento do protagonismo dos assistidos, respeitando suas vivências e escolhas, sem impor valores pessoais.
  • Consequências da prática de conselhos não solicitados: Discussão sobre como oferecer orientações que extrapolam o jurídico pode retirar o protagonismo do assistido e prejudicar sua autonomia.
  • Desafios do não julgamento: Reflexão sobre as dificuldades enfrentadas pelos defensores ao evitar emitir juízos de valor, e como isso é um exercício constante de respeito à dignidade humana.
  • Significado da autodeterminação: A autodeterminação é essencial na atuação da Defensoria Pública, permitindo que a pessoa em situação de vulnerabilidade seja protagonista de sua própria vida e decisões.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Fernanda Mambrini RudolfoDefensora Pública do Estado de Santa Catarina desde 2013, com atuação especialmente junto ao Tribunal do Júri. Bacharela, Mestra e Doutora em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Coordenadora Científica do Centro de Estudos, Capacitação e Aperfeiçoamento da Defensoria Pública.

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