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Podcast Criminal Player – #257 POR QUE A TEORIA DO PROCESSO DE BÜLOW PRECISA SER SUPERADA

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#257 POR QUE A TEORIA DO PROCESSO DE BÜLOW PRECISA SER SUPERADA

O episódio aborda a recente decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a competência da Justiça Federal em casos de crimes envolvendo pornografia infantil praticados via internet, enfatizando a distinção entre comunicações públicas e privadas. Os professores discutem as implicações dessa decisão em relação às normas constitucionais e sua adequação às convenções internacionais, destacando o desafio atual para as polícias estaduais em lidar com a nova criminalidade digital. Além disso, questiona...

Alexandre Morais da Rosa, Aury Lopes Jr
19 set. 2021 16 acessos 5,0 (1 avaliações)
#257 POR QUE A TEORIA DO PROCESSO DE BÜLOW PRECISA SER SUPERADA

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O episódio aborda a recente decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a competência da Justiça Federal em casos de crimes envolvendo pornografia infantil praticados via internet, enfatizando a distinção entre comunicações públicas e privadas. Os professores discutem as implicações dessa decisão em relação às normas constitucionais e sua adequação às convenções internacionais, destacando o desafio atual para as polícias estaduais em lidar com a nova criminalidade digital. Além disso, questionam se a interpretação do Supremo não extrapola os limites legais, podendo levar à anulação de processos.

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Tópicos abordados

Principais temas e pontos abordados neste conteúdo

Principais temas abordados no episódio #257 do Criminal Player, com Alexandre Morais da Rosa e Aury Lopes Jr, sobre a Teoria do Processo de Bülow e suas implicações.

  • Competência em Crimes de Pornografia Infantil: Discussão sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal que determina que a Justiça Federal é competente para processar crimes de pornografia infantil quando relacionados a comunicações transnacionais via internet.
  • Importância da Convenção de Budapeste: Análise da necessidade de o Brasil seguir tratados internacionais, especialmente no contexto de cooperação sobre crimes envolvendo pornografia infantil.
  • Distinção entre Justiça Federal e Estadual: Esclarecimento sobre quando a Justiça Estadual é competente, principalmente em casos de troca de mensagens entre brasileiros sem caráter internacional.
  • Responsabilidade da Justiça e Agentes Infiltrados: Discussão sobre o uso de agentes infiltrados na investigação de crimes na internet e a necessidade de adaptação das polícias estaduais a novos tipos de criminalidade.
  • Conflitos de Competência: Reflexão sobre a complexidade que surge da natureza internacional de crimes cibernéticos e como isso afeta a definição de competência judiciária.
  • Decisões do Supremo Tribunal Federal: Crítica às decisões que podem ir além da interpretação das leis e comprometer a integridade do processo penal, incluindo a anulação de atos processuais.

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)
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Aury Lopes JrDoutor em Direito Processual Penal pela Universidad Complutense de Madrid. É Professor Titular do Programa de Pós-Graduação – Especialização, Mestrado e Doutorado – em Ciências Criminais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Advogado criminalista. Membro da Abracrim

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