Guia Para Mitigação do Erro Judiciários no Processo Penal Capa comum 23 novembro 2021
O livro aborda a mitigação de erros judiciários no processo penal, discutindo a importância de evitar a punição de inocentes e a absolvição de culpados. Os autores explorem a interação entre normas jurídicas e conhecimentos de diversas áreas, como psicologia e neurociência, para aprimorar a verdade processual. Além de conceitualizar os tipos de erros, a obra oferece uma análise crítica da atuação dos agentes processuais, incentivando reflexões sobre a confiança excessiva e os desafios persist...

O livro aborda a mitigação de erros judiciários no processo penal, discutindo a importância de evitar a punição de inocentes e a absolvição de culpados. Os autores explorem a interação entre normas jurídicas e conhecimentos de diversas áreas, como psicologia e neurociência, para aprimorar a verdade processual. Além de conceitualizar os tipos de erros, a obra oferece uma análise crítica da atuação dos agentes processuais, incentivando reflexões sobre a confiança excessiva e os desafios persistentes do sistema penal.

Guia Para Mitigação do Erro Judiciários no Processo Penal Capa comum 23 novembro 2021
Pressupomos que todos que se dedicam a função de apuração e atribuição de responsabilidade penal pretendem punir culpados, ou seja, não querem punir inocentes (Erro Tipo 1) ou absolver culpados (Erro Tipo 2). Em qualquer caso, além das "convicções" pessoais sobre culpa/inocência de suspeitos, investigados ou acusados, a estrutura normativa dialoga com outros campos do saber (psicologia, neurociência, medicina, engenharia, computação etc.) para o fim de melhorar o desempenho sobre os "critérios" e "condições" da "verdade processual". O esforço contínuo é por decisões mais precisas e acuradas, em que o cuidado pela "decomposição" das partes do evento decisório (provas, comportamentos, conformidades etc.) possa trazer luz aos erros micros. A distinção nos é importante porque os "Macro Erros" (condenações e absolvições) somente se contituem a partir de "Micro Erros" que, em série ou em cascata, promovem correlações espúrias, dando suporte inválido para inferências jurisdicionais, ainda que de boa-fé. Na hipótese de má-fé dos agentes processuais, ainda que mais complexo, o nosso esforço pretende conferir meios de identificação e de enfrentamento da atitude oportunista. Por isso que, visamos auxiliar na colocação e análise do problema no Brasil, escreveu-se este breve livro introdutório, especialmente por meio da jornada realizada em outros países. O escopo é o de conceituar e sistematizar os erros judiciários no Processo Penal de modo a conferir aos agentes processuais parâmetros práticos de atuação afinal de contas, ainda que cientes dos erros, em geral, coloca-se a culpa nos "agentes processuais incautos", mantendo-se a posição ingênua do "excesso de confiança", consistente na crença (viés cognitivo) de que "se fosse comigo seria diferente". O erro judicial, ao fim e ao cabo, trata-se de questão perene ou, no mínimo, de temática que perdurará enquanto existir o Sistema Penal. O desafio se renova. Esperamos ter conferido indicadores para compreensão da dimensão da questão, renovando o nosso escopo de refletir de modo engajado.
Nº 39.673 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros)
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