Juiz e a Prova, O O «Sinthoma» Político do Processo Penal - Uma Análise Transdisciplinar da Gestão da Prova pelo Julgador à Luz do Direito, da Psicanálise e da História Capa comum 5 fevereiro 2013
O livro aborda uma análise transdisciplinar da gestão da prova no Processo Penal, integrando Direito, Psicanálise e História para discutir a condição humana nas decisões judiciais. A obra propõe um Processo Penal democrático, enfatizando o diálogo entre as partes e delimitando o papel do juiz em relação ao poder punitivo, essencial em uma sociedade que demanda um juiz ativo na prevenção do crime. Busca, portanto, trazer à tona os fatores que influenciam a atuação do julgador e promover reflex...

O livro aborda uma análise transdisciplinar da gestão da prova no Processo Penal, integrando Direito, Psicanálise e História para discutir a condição humana nas decisões judiciais. A obra propõe um Processo Penal democrático, enfatizando o diálogo entre as partes e delimitando o papel do juiz em relação ao poder punitivo, essencial em uma sociedade que demanda um juiz ativo na prevenção do crime. Busca, portanto, trazer à tona os fatores que influenciam a atuação do julgador e promover reflexões sobre a construção de um sistema mais justo e humano.
Juiz e a Prova, O O «Sinthoma» Político do Processo Penal - Uma Análise Transdisciplinar da Gestão da Prova pelo Julgador à Luz do Direito, da Psicanálise e da História Capa comum 5 fevereiro 2013
A presente obra apresenta uma análise transdisciplinar sobre a gestão da prova pelo julgador no Processo Penal partindo de uma abordagem que investiga os conhecimentos de Direito, Psicanálise e História.A aproximação destas três grandes disciplinas teóricas possibilita o ensaio de um Processo Penal que incorpore a "condição humana" e, como tal, demonstre que todos os problemas decorrentes da gestão da prova (primado da hipótese sobre os fatos e o quadro mental paranoico) encontram-se, desde logo, dentro do sujeito. Busca-se contribuir para a construção de um Processo Penal democrático que reforce o diálogo entre as partes, fixe o lugar do discurso do julgador e, por conseguinte, sirva como limite ao exercício do poder punitivo.Em um contexto social que implora por um juiz ativo na "guerra contra o crime", o Processo Penal democrático passa a ter dois principais fundamentos: instrumento para a redução de danos (ocasionados pelo desvio), e dever de contenção ao poder, onde se encontram os mecanismos à interdição do desejo punitivo do juiz, atravessado pelo inconsciente, pela ideologia, espreitado por uma ordem social que não favorece experiências alteritárias.
Nº 363.653 em Livros
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