Novas aventuras em criminologia cultural Capa comum 4 agosto 2021
O livro aborda a Criminologia Cultural brasileira por meio de uma coleção de textos significativos que exploram suas diversas abordagens e críticas. Os autores discutem desde a história e evolução da criminologia até temas provocativos como a realidade carcerária global e a interseção entre poder e economia visual. Com abordagens inovadoras e reflexões sobre a atualidade, a obra busca revitalizar o campo e iluminar as complexidades da experiência criminológica no Brasil.

O livro aborda a Criminologia Cultural brasileira por meio de uma coleção de textos significativos que exploram suas diversas abordagens e críticas. Os autores discutem desde a história e evolução da criminologia até temas provocativos como a realidade carcerária global e a interseção entre poder e economia visual. Com abordagens inovadoras e reflexões sobre a atualidade, a obra busca revitalizar o campo e iluminar as complexidades da experiência criminológica no Brasil.

Novas aventuras em criminologia cultural Capa comum 4 agosto 2021
De forma condizente com o espírito que nos move, decidimos chamar o livro que você tem em mãos de Novas Aventuras em Criminologia Cultural. Nele reunimos alguns textos de grande relevância para o desenvolvimento da Criminologia Cultural brasileira, uma vez que revelam a amplitude e o alcance das abordagens propostas no campo da CC. O primeiro texto, de Keith Hayward, é uma releitura do clássico artigo escrito conjuntamente com Jock Young, Criminologia Cultural: Algumas Notas Sobre o Script, que foi incluído na 2ª edição de Explorando a Criminologia Cultural. Nele, Keith faz um balanço sobre a história da CC, rebate as principais críticas direcionadas contra ela e aponta algumas avenidas de pesquisa futura que podem ser exploradas. Decidimos incluir no livro Morte ao Método, de Jeff Ferrell, pela sua importância para a Criminologia contemporânea. Neste instigante texto com ares de manifesto, Jeff desconstrói a Criminologia ortodoxa e nos convida a fazer da Criminologia algo relevante e progressista, cujo sentido não deve ser dado pelo rigor mortis científico. No terceiro capítulo, Michelle Brown tensiona dimensões pouco retratadas da realidade carcerária mundial no texto Criminologia visual e estudos carcerários: contra imagens na era do encarceramento, que pode servir como inspiração para revigorar as discussões acadêmicas sobre o castigo no Brasil, com novos aportes teóricos e perspectivas. No quarto capítulo, Wayne Morrison nos choca com o potente Luxo no nomos do Holocausto: perversidades de excesso e minimalismo, um texto que desvela a racionalidade que animava o regime nazista. No quinto capítulo, Travis Linnemann traz uma abordagem inovadora e instigante em Prova de morte: poder policial e as economias visuais de apreensão, acúmulo e troféu. O excelente texto de Travis pode vir a motivar estudos fascinantes sobre poder punitivo, autoridade e negociação de significado no Brasil. Finalmente, nós encerramos o livro com um olhar diferenciado sobre o Brasil contemporâneo, em Votando com armas nas eleições presidenciais brasileiras de 2018. Talvez a maior contribuição do texto consista em demonstrar o quanto a Criminologia Cultural pode nos ajudar a compreender a miríade de significados em conflito na atual quadra histórica brasileira e por essa razão, consideramos que era importante tê-lo aqui. Espero que goste do livro!
Nº 133.245 em Livros
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