Processo Penal e Catástrofe - 2ª Ed. - 2022 Capa comum 31 março 2022
O livro aborda a crítica ao direito penal e ao processo penal como supostos defensores da verdade e justiça, argumentando que, ao invés disso, perpetuam uma nova barbárie civilizatória. Raphael Boldt utiliza referências contemporâneas para desafiar a visão tradicional da justiça penal e propõe uma superação da razão punitiva, visando alternativas para os impasses da civilização moderna. A obra, que destaca a necessidade de democratização efetiva, contribui para o debate sobre as funções do si...

O livro aborda a crítica ao direito penal e ao processo penal como supostos defensores da verdade e justiça, argumentando que, ao invés disso, perpetuam uma nova barbárie civilizatória. Raphael Boldt utiliza referências contemporâneas para desafiar a visão tradicional da justiça penal e propõe uma superação da razão punitiva, visando alternativas para os impasses da civilização moderna. A obra, que destaca a necessidade de democratização efetiva, contribui para o debate sobre as funções do sistema penal na sociedade.

Processo Penal e Catástrofe - 2ª Ed. - 2022 Capa comum 31 março 2022
O leitor tem em mãos a tese de um dos novos talentos da jovem geração de penalistas brasileiros, de quem muito ainda se pode esperar. Com referências importantes, que vão desde a Teoria Crítica de Frankfurt a Jessé Souza, o livro de Raphael Boldt apresenta a desmistificação do direito penal e do processo penal como guardiões da verdade, justiça, racionalidade e paz, no qual destacam-se frases como as seguintes: Sob a justificativa de afirmar os ideais civilizados da modernidade, o projeto civilizatório ocidental e as ciências criminais produziram o que Benjamin chamou de uma nova barbárie. Apesar de importantes expoentes do pensamento jurídico-penal considerarem utópicas as propostas abolicionistas mais radicais, nada soa mais ilusório do que as funções declaradas do direito e do processo penal. Ainda assim, a democratização efetiva da justiça penal dependerá da superação da razão punitiva, o que pressupõe apontar alternativas duradouras para o impasse no qual se encontra não apenas o poder punitivo, mas a própria civilização moderna. Sebastian Scheerer Ex-diretor do Institut für Kriminologische Sozialforschung da Universidade de Hamburgo (Hamburg Universität) e Professor Emérito do Departamento de Criminologia da mesma Universidade.
Nº 276.926 em Livros
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