Bom dia, Gabriela.
Vi o seu comentário no fórum sobre psicologia e tomada de decisões.
Também agradeço o seu comentário em meu artigo ” O logos do Logo”.
Como a imagem ilustrativa (o quadro de <b data-path-to-node=”1″ data-index-in-node=”107″>René Magritte, (<i data-path-to-node=”1″ data-index-in-node=”122″>”A traição das imagens”) acabou não indo na publicação original, peço um meio de contato (e-mail ou whatsapp) para o envio em anexo o artigo completo <b data-path-to-node=”1″ data-index-in-node=”220″>”O Logos do Logo”, juntamente com as referências teóricas que o fundamentaram (<b data-path-to-node=”1″ data-index-in-node=”299″>Avicena, e a crítica psicanalítica da obra de Magritte).
Para ilustrar a eficácia prática desta teoria, compartilho que ela foi a espinha dorsal da defesa no <b data-path-to-node=”2″ data-index-in-node=”101″>Processo nº 0506174-71.2015.4.02.5101*, principal caso sob a atribuição do nosso escritório. Utilizamos a tese da “hiperinterpretação contextual” para demonstrar como a acusação sofria de um viés de confirmação (a “conclusão antes da prova”), confundindo fatos lícitos do cotidiano (relações intersubjetivas) com representações de fraude — tal como confundir o desenho de um cachimbo com o objeto real. O resultado foi a <b data-path-to-node=”2″ data-index-in-node=”441″>absolvição total do réu, com a sentença reconhecendo a fragilidade da narrativa acusatória frente à lógica dos fatos.
<b data-path-to-node=”3″ data-index-in-node=”0″>Uma recomendação estratégica: Este tipo de abordagem hermenêutica e filosófica é recomendada especificamente para <b data-path-to-node=”3″ data-index-in-node=”114″>casos de alta complexidade e risco, onde a narrativa acusatória precisa ser profundamente dissecada. Em casos mais simples e corriqueiros, o sistema judicial tende a ser pragmático e repetitivo, e teses muito densas podem não ter a mesma ressonância.
Seguem os links de acesso para as referências citadas:
<ul data-path-to-node=”5″>
<b data-path-to-node=”5,0,0″ data-index-in-node=”0″>Isso não é um cachimbo: pintura de René Magritte (Psicanálise Clínica): https://www.psicanaliseclinica.com/isso-nao-e-um-cachimbo/
<b data-path-to-node=”5,1,0″ data-index-in-node=”0″ style=”font-family: inherit; font-size: inherit;”>Os processos de aquisição dos termos do silogismo segundo a investigação noética de Avicena (Meline Costa Sousa): <response-element ng-version=”0.0.0-PLACEHOLDER” style=”font-family: inherit; font-size: inherit;”><link-block _nghost-ng-c2006642325=””>Ler Artigo</link-block></response-element> (DOI: 10.1590/0100-512X2015n13102mcs) https://www.scielo.br/j/kr/a/3xGxKT5GFTHPFCpbL58nJPc/?lang=pt
Espero que o material seja útil para a sua pesquisa!
Atenciosamente,
<b data-path-to-node=”8″ data-index-in-node=”0″>Bruno Couto
<b data-path-to-node=”8″ data-index-in-node=”0″>
<b data-path-to-node=”8″ data-index-in-node=”0″>* Neste caso, enfiamos o cachimbão do Magrite no meio das alegações finais (petição de 12 páginas) que derrubou mais de 25 mil páginas de acusação em 10 anos de processo.