Pai, te amo sempre Capa comum Edição padrão, 1 janeiro 2021
O livro aborda a relação íntima entre uma filha e seu pai, revelando através de cartas suas dores, amores e traumas, enquanto denuncia questões sociais como violência e racismo. Com sensibilidade, os autores buscam despertar a consciência sobre as vivências femininas e a cultura machista, tornando a leitura um convite à reflexão para pais e homens. É uma obra para aqueles dispostos a encarar a realidade das mulheres em um mundo que muitas vezes finge não vê-las.

O livro aborda a relação íntima entre uma filha e seu pai, revelando através de cartas suas dores, amores e traumas, enquanto denuncia questões sociais como violência e racismo. Com sensibilidade, os autores buscam despertar a consciência sobre as vivências femininas e a cultura machista, tornando a leitura um convite à reflexão para pais e homens. É uma obra para aqueles dispostos a encarar a realidade das mulheres em um mundo que muitas vezes finge não vê-las.

Pai, te amo sempre Capa comum Edição padrão, 1 janeiro 2021
Obra de Fernanda Pacheco Amorim e Fernanda Estanislau, o livro "Pai te amo sempre" traz cartas de uma filha a um pai. No trajeto trilhado por entre as cartas a filha desnuda sua alma, conta suas dores, amores, traumas e percepções do mundo ao pai. Com isso toca em assuntos delicados (como estupro, violência psicológica, racismo, pressões sociais vividas por mulheres) de maneira sensível com o intuito de abrir os olhos do pai de tudo que "a sua garota" viveu e ainda vive. Um livro sensível, escrito com coração e com objetivo de sensibilizar pai, futuros pais e/ou homens preocupados com o fim da cultura machista que fere diariamente as mulheres. Mulheres que forem ler: façam com calma, o livro pode trazer alguns gatilhos, mas aproveitem. "Esse livro não é feito para mentes frágeis, apenas para aquelas dispostas a enxergarem as coisas como elas realmente são. Aqui expusemos os efeitos de uma cultura machista a partir do lugar de maior intimidade da personagem cartas escritas para tentar explicar sua transformação e suas mais profundas dores ao seu pai, e para entender a si mesma. Ao mesmo tempo que construímos o texto, fomos construídas por ele. Esperamos, de alguma forma, acessar suas emoções, e as de seu pai!"
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